Você sente solidão, é? Que bom…

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Que bom que não sou só eu que me sinto só num mundo extremamente conectado,  onde tudo aparece em tudo (e em geral coisas felizes), e todo mundo parece estar reunido com um monte de gente sempre!… Sim, porque as pessoas não colocam por aí fotos solitárias e sem gente… geralmente…

Sou daquelas que pensa que antes é melhor estar só (ou acompanhada de um bom livro ou filme) do que com qualquer pessoa que não vai te agregar nada… mas que as vezes dá uma dorzinha no coração de estar em casa “mofando”… ah, isso dá.

 

E como é a cultura de onde tu vive?

Vivo numa cidade em que todo mundo namora, ou é casado ou algo do tipo… e que quem não segue esse padrão as vezes é meio deixado de lado. Parece que estou me colocando no último degrau do universo, né? Mas acredite… já morei em outros lugares, e aqui isso é forte!

 

Então, se tu te sente sozinho mesmo com Face, Insta, Snap, Tinder, Happn e afins… bem vindo a um clube que deve ser bem maior… não deve ter só dois instegrantes (eu e você), e sim uma série de gente que precisa se encontrar, trocar ideia e aproveitar o que há de bom na vida!

Quer uma dica legal de seriado que falar um pouco disso tudo? Assiste Touch com o Kiefer SutherlandDavid Mazouz e Gugu Mbatha-Raw (os principais)… tem no Netflix! Vale a pena…

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Beijão, F.

Beleza Adormecida, A última casa da rua, Albert Nobbs, Tese sobre um homicídio | Filmes, filmes e mais filmes!

Como uma pessoa voraz por filmes que sou, procuro as vezes assistir aquilo que nem parece um filme tão bom, mas que me chama a atenção de algum modo. De ontem pra hoje assisti “Beleza Adormecida”, filme de 2011, que tem a seguinte descrição:

Lucy é uma jovem que vive precisando de dinheiro. Através de um anúncio de jornal, ela é encontrada para prestar um trabalho chamado beleza adormecida.

A capa do filme é a que está abaixo, e a nota no IMDd é 5,3.

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Fui então ler algumas criticas, porque depois de assistir todo ele eu fiquei pensando: “WTF?!”. O filme acabou e eu fiquei tentando pensar o que pensar dele! É um filme sobre fetiches, medo de exposição de quem tem certos fetiches… mas o filme me deu uma sensação de ser raso, frio demais, e … não sei. Faltou algo! Parece não ter uma lógica, que ok, eu entendo que muitos filmes não tenham e por isso são bons, mas… faltou algo!

Li que o filme foi inspirado em um livro, e como sempre (ou quase sempre acontece), o filme nunca sai como a nossa imaginação… Talvez eu tente ler o livro pra ver o que “se passa”…

Mas ok, pra não acharem que eu sou sempre só chata e “reclamona”, vou colocar outros filmes que assisti nos últimos tempos, e que esses, eu achei que valeu a pena!

  1. A última casa da rua: bobinho talvez, obvio demais talvez… mas adoro os atores. E no final das contas até me surpreendeu no final.
  2. Albert Nobbs: eu simplesmente amei esse filme! É de uma delicadeza incrível, retrata um momento histórico em que mulheres não tinham voz, muito menos vez em um mundo machista. Coragem é uma palavra que bem poderia descrever a personagem principal desse filme!
  3. Tese sobre um homicídio: não sei se gostei mais do ator ou do filme, afinal eu amo as interpretações do Ricardo Darín (em geral)! É um filme envolvente, que chega a te confundir entre o que é real e o que é imaginação.

Bom, de filmes por hoje é isso!

Bom dia pra quem me lê agora, boa tarde ou boa noite… Aliás, boa vida pra todos nós 🙂

Beijos,

F.

 

Razões pra assistir “Love”, seriado novo do Netflix

Em um final de semana assisti todo a primeira temporada de “Love“, o novo seriado do Netflix. Sim, pra quem não me conhece ainda, sou “apaixonadérrima” por seriado, e fico de luto quando eles acabam, e fico histérica esperando as próximas temporadas.

Só que seriado e filme pra mim tem um negócio meio assim: tenho que ir com a cara da capa dele (primeiro), e preciso não dormir nos primeiros 5 minutos (segundo)… e aí rola a química. E aí está a capa dele:

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No site do IMDd ele tem nota 8,1… mas eu nem ligo muito pra isso não…

Fato é que eu acredito que a gente tem que de alguma forma se identificar com aquilo que assiste… seja pela comparação, pela raiva, por querer conhecer algo novo, por querer quebrar tabus… e eu amei a Mickey (Gillian Jacobs)e o Gus (Paul Rust).

Ela retrata pra mim toda a impulsividade, a espontaneidade e o jeito meio louco de ser que eu acho (só pra não dizer que acredito) que eu tenho. Num dos episódios ela vai numa reunião das mulheres que amam demais (calma… não vou contar o final e nem nada disso…), e aí estou eu! Foda? Acho que não, porque pelo menos reconheci algo que ainda não tinha pensado e mexeu comigo.

Já o Gus é o meu lado “oi, não sei o que fazer e dizer”. Ver umas atitudes deles é de “chorar dos nervos”… só por se reconhecer…

Não achei o seriado melosinho… embora tenham personagens melosinhos no meio de tudo, e achei bem realista. Já dizia o velho ditado de que a “arte imita a vida” ou vice versa… que dá na mesma coisa quase!

Bom, espero que gostem da recomendação, e se quiserem, deixar um comentário eu prometo responder 🙂

Beijos,

F.

Meus últimos e amados filmes!

Tem um tempo que estou pra escrever sobre alguns filmes que assisti, sobre o que eu achei e recomendações. Talvez a hora seja agora…

Alguns já estão no Netflix (http://www.netflix.com.br)! E as resenhas no IMDb (http://www.imdb.com/).

The age of Adaline (2015)

Filme belíssimo que retrata o desejo interno que temos (acho que a maior parte das pessoas, pelo menos), mas ao mesmo tempo mostra a tristeza de não envelhecer, de ver o tempo e as pessoas passarem. Acho que vale a pena… e pra mim foi uma choradeira só…

Coco Antes de Chanel (2009)

Pra quem gosta de moda, nada melhor que assistir esse filme pra conhecer a vida de uma das mulheres mais importantes dessa área, de personalidade “forte” e destemida e que através da sua história, marcar o mundo até hoje. Confesso que não conhecia a biografia, e depois do filme só fiquei com mais vontade de conhecer a história.

Além do mais o filme é com a Audrey Tautou, que eu amo de paixão!

Whiplash: Em Busca da Perfeição (2014)

“There are no two words in the English language more harmsful than good job”.

Essa frase pra mim resume o filme, que te leva desde a raiva até o desejo de superação e do fazer perfeito. É uma lição de disciplina e dedicação! E é claro, traz também questões que não deveriam existir como bullyng, assédio… e por aí vai!