Até de levar o lixo eu fico feliz!

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Gente, ontem comecei a contar sobre toda a minha saga de fazer 31 anos e de voltar a morar sozinha. Fiquei pensando, então, desde ontem como estava sendo isso tudo pra mim… E tem sido legal demais!

Acordar cedo nem é mais tão ruim, porque eu tenho um pet (o Snoopy fofo) que me acorda com carinho (ok… batendo na porta, mas não deixa de ser com amor)… Tenho um banheiro só pra mim! Posso sentar, tomar meu chá e pensar na vida antes de ir trabalhar… até a tarefa de inglês eu faço de manhã.

Com a minha mãe eu sempre tinha liberdade… mas só quem tem um canto só seu sabe como é diferente isso tudo. Ter que levar o lixo, preparar a comida, pagar as contas, organizar as roupas… colocar as roupas pra lavar… tudo gostoso demais!

Até chegar em casa cansada e abrir aquela cerveja pra ir assistir coisas sem utilidade no youtube tem seu valor! Uma Hoegaarden hoje caiu super bem!

E é isso… vou contando minha rotina pra vocês… e se  você também tiver coisas engraçadas da sua vida sozinho, do seu pet ou da sua cerveja favorita (hummm…), vai contanto aí!

Beijos, F.

A confiança em tempos de crise…

Ontem tive a oportunidade de assistir uma palestra do professor Cleuton Rodrigues Carrijo… quem puder, dá uma olhadinha na experiência e currículo dele, qe vale a pena.
Fiquei impressionada, simplesmente adorei.
De uma forma muito simples ele aponta o quando a nossa forma de se relacionar (e pensar) tem impactado as crises de inovação nas empresas e na sociedade como um todo… e isso ele faz monstrando pesquisas, gente! Sim.. não é por “achometro”!
Vivemos em um crise no Brasil que retrata não só o cenário economico, mas perda de confiança nos demais, a falta de reciprocidade nas relação… e por aí vai. De fato… como fazer com que nosso país vá para a frente, nossas empresas funcionem, nossas instituições sirvam ao bem maior se não acreditamos que a outra pessoa…. bem aquela que está do nosso lado… vai fazer o seu melhor? Se não acreditamos que ela é capaz de pensar no coletivo, ou invés de si mesmas?
Procuro sempre pensar que as coisas, situações e pessoas podem ser melhores, e tento trabalhar para isso, mas ficam aí alguns dados para pensarmos:
  • Uma pesquisa de Clemente Nóbrega, há alguns anos já apontava que não sabemos usar a “tecnologia social”. “Alta dose de confiança nas relações pessoais. Líderes pragmáticos. Meritocracia. Transparência. Inovação. A falta deles explica por que estamos comento poeira nos principais rankings internaciaonais” com relação a inovação… Dá uma olhadinha na matéria da Exame. Isso já foi em 2009…
  • Como o professor afirma, para colocar as pessoas em prol de um objetivo comum (e não estou falando de empresas não, mas do todo – e essa frase entre parenteses é minha…) precisamos confiar na oura pessoa… e cadê a confiança? O “jeitinho brasileiro” não só dos outros, mas de nós mesmo, nos deixa sempre inseguros do que vai vir da outra pessoa… #ficaadica
  • E pra concluir tem uma pesquisa – “The Global Inovation Index“, agora de 2015, que aponta o seguinte: de todos os países pesquisados o Brasil figura fica em 70o lugar entre os países mais inovadores. E se você acha que inovação é só aqui que é criado e que nunca foi feito por ninguém, está muito enganado. A inovação acontece todos os dias quando olhamos pra algo e pensamos “isso não está legal, dá pra fazer melhor…”… E tu vai lá e faz melhor, com mais excelência.
A a pergunta que não quer calar… a confiança está por traz disso tudo… Eu posso confiar em ti? Tu pode confiar em mim? Quando vamos começar a mudar esse cenário?
Eu já estou tentando!
Beijos, F.

Voltando a escrever no diário… de uma quase louca!

Minha última postagem foi há praticamente um mês atrás. Esse “um” mês me pareceu quase um ano, ou um século, ou uma infinidade de tempo. Tudo na minha cabeça passa com tanta velocidade que eu chego a ficar cansada!

Tenho feito terapia, e acredito que esse tempo longe da internet tenha me ajudado a repensar várias coisas. Eu tenho buscado deixar minha vida num ritmo mais tranquilo, equilibrando tudo aquilo que deve fazer parte da vida… Quem conhece aquela dinâmica de desenhar a “roda da vida” deve imaginar o que estou falando.

Sempre fui uma pessoa muito focada em realizar coisas: trabalhar e entregar resultados, resolver os problemas de amigos e família que me cercam, e por aí vai… Ter tempo pra mim nunca foi uma realidade muito palpável…

…E agora está sendo. Estou tirando folga, ficando mais com a minha família, estou dedicando mais tempo aos amigos, tenho lido mais pro meu desenvolvimento e divertimento, comecei a fazer inglês como forma de contatos sociais (e desenvolver a habilidade na língua, é claro)…

Pra quem tem passado ou vai passar por momentos assim (de autoconhecimento, descoberta…) minha dica é “take it easy” e “assuma uma coisa de cada vez”…

Nesse processo, quando comecei a ver meu tempo sendo esvaziado de coisas “concretas” eu quase pirei… “meu Deus, que vou fazer se não tiver o que fazer?”… Parece papo de louco, mas talvez eu só esteja externalizando aquilo que muitos sentem…

Te digo que tudo isso passa, e a gente vai começando a achar outras coisas legais pra fazer… Que nem sempre tem um objetivo claro e direcionado. Um exemplo é vir escrever esse blog! Ninguém me paga para fazer isso, ninguém me obrigada a fazer. Eu faço porque gosto, me traz satisfação e pode servir para outras pessoas.

A ansiedade não mata ninguém… Fazer de conta que ela não existe é que pode matar. Exponha o que sentes, que verás que muitos compartilham das tuas ideias e angústias… E todo mundo já sabe: juntos somos mais fortes (frase piegas, mas verdadeira).

Durante a semana procurarei trazer mais reflexões J Vou escrever sobre as coisas que venho fazendo e estão me trazendo coisas boas!

Beijos,

Fê.

Atualizações de dias que parecem meses!

Gente, quanta coisa pode acontecer em dias! Voltar de férias, dar uma parada na corrida (de correr mesmo), viajar de novo, conhecer gente nova, desistir do boy magia, começar aulas de inglês de novo! O ser humano é fantástico mesmo, porque só nós conseguimos nos adaptar a tantas variações em pouco tempo, e no meu caso, thank’s God, com certa facilidade.

De todos os posts que fiz até agora, as breves atualizações são em em relação à:

  • Trabalho: gente… tem que ter amor no que se faz, se não a gente não aguenta. Não tá feliz? Muda! Voltei a trabalhar com uma sede de fazer tudo que é incrível. Tudo bem que eu tenho uma tendenciazinha work-a-holic… mas não sei o que veio primeiro… o amor e depois a tendência ou a tendência de depois o amor…
  • Corridas: parei dois dias de correr, por causa de horários e tal… já tenho prazo e data pra voltar, mas acreditem:  2 dias já fez diferença no peso, no humor e na minha disposição. Que vício maravilhoso e encantador s2!
  • Boy magia: no final das contas não né magina não… é pesadelo… e o amor tem seus momentos de pesadelo… mas veja bem… momentos. Minha vida não vai se tornar um filme constante de terror. Estou leve, decidida e confiante no amor possível de ser vivido com tranquilidade e espontaneidade!
  • Estou indo viajar de novo (há umas três semana estava em Fortaleza e depois Floripa). Dessa vez pra São Paulo para uma ação de desenvolvimento pessoal. Depois eu conto mais disso… O que não posso deixar de contar é que toda vez que vou viajar me bate o “cagaço” de andar de avião! Hhauahua.. se não pudesse andar iria chorar de vontade… como eu posso andar eu choro de medo! Vai entender, né?

Não tenho assistido tantos filmes ou seriados… mas vi Brooklyn essa semana. Gente, que filme lindo! Óbvio que não é a toa que foi indicado ao Oscar.

É um filme que ao mesmo tempo que é leve, trás um drama forte por parte dos personagens. Quem já teve que sair pra morar fora de casa (incluindo a cidade) talvez até se sensibilize mais com o filme. Eu achei encantador! Fica aí como recomendação pra quem ainda não assistiu!

Acho que por hora é isso! Partiu São Paulo! Mando novidades em breve!

Beijos, F.

Nem só de loucura é feita a vida… É feita de estudo também!

Liderando Mudança

John P. Kotter

Nas minhas diversas funções, estudar é uma das minhas ocupações. Penso eu então que, se eu ler coisas interessantes, vale a pena compartilhar. Nos últimos tempos tenho lido algumas coisas sobre gestão da mudança (e se eu não contei ainda.. e nem vou fazer você ler tudo pra entender… eu trabalho em uma empresa de moda – talvez eu até poste mais coisas aqui sobre isso!). Mas por que gestão da mudança?

Ora, não te parece óbvio que a única certeza da vida é que tudo vai mudar? Pensa em 10 anos atrás. Tu tinhas smartphone? Tua câmera era de milhares de pixels? Existia o Netflix? Gente… sinceramente eu fico pensando que tédio que era isso tudo! Até a minha mãe, hoje em dia, usa o what’s up.

Por isso comecei a ler um livro indicado que se chama Liderando Mudanças, do John P. Kotter. Quem quer conhecer um pouquinho mais dele, vai lá: http://www.kotterinternational.com/

O que eu vou fazer é mais um “resumão” do que ele trás como os 8 erros mais comuns ao se pensar mudanças em organizações… sim, em empresas. Leia isso, e depois adapte pra tua vida. Vou te ensinar a pescar, tá bom? O peixe tu consegues sozinho 🙂

Liderando Mudanças

  1. Pessoas que lideram a mudança conseguem visualizar bem o que vai mudar e o como, mas esquecem que precisam lidar com a famosa “zona de conforto” de quem vai ter que mudar. Elas correm pra fazer tudo acontecer, mas esquecem que existe um tempo de “acomodação” e entendimento das ideias que estão por vir. Cuidar da resistência das pessoas é um primeiro passo pro sucesso de um projeto, mudança, novidade…
  2. Embora a estrutura das organizações têm mudado bastante nos últimos tempos, não adianta achar que só o estagiário querendo mudar, tudo irá dar certo. Grandes mudanças exigem o apoio de pessoas que possam dar suporte para o que vai vir. É importante sim a participação de alta direção, pessoas influentes e confiáveis no processo. Isso gera confiança e credibilidade!
  3. Visão: você iria pra um lugar no qual não conhece, não sabe o que vai encontrar e muito menos o que vai fazer? É imprescindível que as pessoas tenham clareza dos objetivos e do que vai mudar… e isso de forma clara, curta e objetiva!
  4. Além de subestimar o poder da “visão”, muitos também subestimam a forma de comunicá-la. Muitas vezes os profissionais precisam fazer sacrifícios a curto, médio e até longo prazo… sem entender o porquê! Ou, até no começo de mudanças significativas há comunicados e reuniões formais para contar o que está acontecendo… mas depois de uns meses tudo cai no esquecimento diante do zilhão de coisas que as pessoas tem pra fazer!
  5. Obstáculos a mudança vão existir… não finja que não! Se fingir… vai ser pior.
  6. Crie vitórias de curto prazo. Quer um exemplo? Comecei a correr há uns 2 meses… e ontem fiz meus primeiros 4km… Foi incrível! É tudo o que eu quero? Claro que não, mas não posso deixar de comemorar essa pequena vitória. Faça isso nos seus times, e verás a diferença na motivação e garra pra continuar na mudança.
  7. Mudanças levam tempo para serem assimiladas, então não cante vitória antes do tempo. Monitore como as pessoas estão, como as operações estão ocorrendo.
  8. Não negligencie o tempo que as pessoas precisam para mudar. E nem deixei que elas pensem aleatoriamente sobre a mudança, porque elas podem fazer conexões erradas. Continue comunicando!

Esse texto foi grande né? Mas achei que poderia ser útil (e espero que seja), e como eu sempre digo, escrever me ajuda a colocar as ideias em ordem 🙂

Beijo, boa tarde pra todos, e bons trabalhos!