Canseira só de pensar…

É, eu sei, faz uma cara que não escreve por aqui, não é? Mas essa vida de adulto tem me matado, e muita coisa mudou desde da última vez que escrevi. É tanta coisa que dá até uma canseira de pensar.

desespero

Fiz 31 anos, e isso faz toda a diferença… tu não tem mais 30 anos… agora tu já tens “30 e poucos anos”… Dá um peso diferente. Eu sei que tem mais experiência envolvida, mais autonomia, mas beleza (sim, porque somos muito melhores hoje do que com 18 #fato)… mas é diferente se pensar como uma pessoa adulta que passou dos 30. Bom, estou trabalhando isso aos poucos e acho que vai dar certo. Minha auto estima é boa, rs…

Tem um texto bem legal que fala sobre essa coisa de idade… dá uma olhada que vale a pena! E tem uns vídeos também que sempre é de choras de rir (tá, nem tão engraçado assim) mas… Assiste lá!

Ah, uma coisa que nem vou entrar no mérito agora, mas que dá pano pra manga é usar Tinder e Happn aos 30 e poucos anos… hehehe.. mas fica pros próximos capítulos!

Também teve a mudança de casa literalmente! Gente, cresci, e tenho a minha casa agora! tudo mara! Mas caraca… dá trabalho arrumar tudo, hein! Rs…  Nos próximos vou começar a escrever sobre essa experiência do morar sozinha.. Acompanha ae!

Beijo,

F (31a).

 

O que esperar de todos os cinquentas tons possíveis? What to expect from all “fifty shades”?

Sempre adorei histórias de romance. Tenho vários livros. Embarco em todas as histórias e imagino elas na minha vida… de um jeito ou de outro.

Quando saíram as histórias dos Cinquenta Tons de Cinza e por aí vai, eu ouvi várias coisas e pensei… “É moda, não vou ler!”.  Mas bem-vindo ao meu mundo, no qual a gente nega a moda e daqui a pouco está querendo experimentar.

Comecei a ler e pensei “que p*** é essa?”. A escrita é péssima, presumível, e simplista demais. Mas vamos lá, vamos pensar que nem todas as mulheres têm ou teve acesso a esse tipo de literatura, que embora de péssima qualidade escrita, mexe com as “entranhas”. Então é claro: os livros foram um sucesso… e eu li tudo em menos de 1 mês.

O punk é que em cada página, o que me envolveu mais foi… “cara… ela sente o mesmo que eu, fica correndo atrás e só se f***… e nem era só literalmente”. Gostei dos livros (odeie o filme, é óbvio) e fiquei com o sentimento de que a autora conhecia as mulheres como ninguém!

E aí agora vem o “Grey”. Sei lá o que eu esperava, mas definitivamente não era isso que li. Então criei duas hipóteses:

  1. Ou a autora realmente entende de gente, o Grey é uma pessoa normal e sofre que nem a gente (mulheres) sofre;
  2.  Ou ela não entende nada e criou um Grey “mulherzinha”

Até pensei numa terceira hipótese que pode ser verdadeira (ou não também):  e se o mundo fosse menos complicado, a gente pudesse nascer com “vale terapia” e a vida fosse mais sincera? O Grey e a Ana não passariam tanto trabalho… e tudo bem, tudo teria bem menos emoção… Mas e se?

Prática demais? Desiludida demais? Franca demais? Sem amor no coração?

Não sei qual minha classificação, só sei que precisava externalizar minha humilde opinião!

Beijo e boa noite!


I always loved romance’s stories . I have several books. I go away on all the stories and imagine them in my life … one way or another.

When the author made the stories of Fifty Shades of Grey and so on, I heard a lot of things and thought … “It’s fashion, I will not read.” But welcome to my world, in which we deny the fashion and in a moment is willing to experiment.

I started reading and thought “that f *** is that?”. The writing is bad, presumed, and too simplistic. But come on! Neither all the woman have or had access to this kind of literature, which, although of poor quality writing, messes with the “guts”. So of course: the books were a success … and I read it all in less than one month.

The worst is that on each page, which involved me the most was not … “man … she feels the same as me, she are chasing on him, and only f *** … and it was not only literally”. I liked the books (it was the movie that i hate, of course) and I got the feeling that the author knew women like anyone!

And so now comes the “Grey”. I do not know what I expected, but it was definitely not what I read. Then I created two hypotheses:

  1. Or the author really understands people, the Grey is a normal person and suffers how we (women) suffer;
  2. Or she does not understand anything and created a Grey “woman”.

And I thought a third hypothesis that might be true (or not): and if the world were less complicated, we could be born with “therapy valley”, and life was more sincere? Grey and Ana were not spent so much work … and okay, it would have far less emotion … But what if?

Practice? Too disillusioned? France too? Without love in your heart?

I do not know what my rating, only I know is that i had to outsource my humble opinion!

Kiss, and good night!

 

Pra que lembrar se… já esqueci…

Há uns dias eu estava buscando recordar coisas dos meus ex-namorados. Cheiros, coisas engraçadas, brigas, viagens, aquelas coisas bonitinhas que só se fala quando se está amando. E aí que me dei conta: c***, não lembro de quase mais nada.

Tudo bem que o primeiro namoro foi há uns 13 anos, mas eu ainda não sofro de Alzheimer, não bati a cabeça e nem entrei na noia de rasgar tudo, limpar armários e coisas do tipo. Mas aí eu lembrei de uma coisa (pelo menos de uma coisa): hoje é muito fácil esquecer, já que tudo pode te lembrar de tudo a todo momento. Se escreve no whats, depois é só ler. Se está no e-mail, depois é só recuperar. Se tem celular com câmera (oi? hoje alguém não tem?) está lá a foto. Se foi numa festa, diz que bebeu e não lembra.

E o sentimento? Onde eu registro isso pra depois lembrar? Escrevendo? Talvez sim… Mas em tempos de tanta correria, que horas fazer isso? Que palavras usar pra descrever algo que talvez seja indescritível?

Quem tiver uma solução, dica, magia… por favor se manifeste, que vou escrever pra não esquecer!

Quase desistindo…

Bom, pra começar eu vim escrever um blog porque eu gosto de escrever e compartilhar pensamentos e ideias… se não, nem viria, óbvio! Mas sabe-se lá Deus porque motivo, tudo emperra (e olha que nem me considero uma analfabeta digital, muito pelo contrário). Quero colocar foto… não deu; quero escrever, não acho… Será que é prática?

Já dizia uma pessoa muito querida que conheço que as coisas precisam ser praticas 10 mil horas para se ter excelência, e que um hábito leva 21 dias para virar hábito (bom… isso é de um livro)… Espero não precisar disso tudo pra começar a compartilhar com o mundo o que eu penso… Até porque Paciência não é a minha praia favorita!

Enfim, e que diabos estou fazendo aqui?

Escrever é meu jeito de organizar as ideias (criar esquemas também, fazer colas, usar canetinha colorida… e por aí vai), e achei que fazendo isso por aqui, na famosa wourld wide web, eu conseguiria encontrar mais gente que gosta disso!

E porque “Diário de uma quase louca”? Bem, não sou classificada como louca (não ainda, e eu nem deveria usar esse termo, visto que a minha formação é Psicologia… verdade!), mas minhas ideias nem sempre são convencionais, ou facilmente aceitas. Sim, porque moro em uma cidade relativamente grande, com um cérebro de ervilha (como diria um querido amigo meu).

Então acho que é um pouco disso tudo. Espero encontrar gente que se identifique comigo (a gente sempre gosta de estar em grupo), que me critique (porque só assim eu aprendo algo de interessante a mais nessa vida), que resolva expor suas opiniões (mesmo que de forma anônima, e eu ainda preciso ver como faz isso!)…

Vou expondo também coisas que eu gosto.

Espero que curtam! Beijos de uma quase louca!