O dia imita a vida.

Hoje (como eu acho que acontece em outros dias também…) o dia imitou a vida. Deu sol e calor, depois trovoadas e chuva, e no final do dia o sol voltou para dar o ar de sua graça 🙂

Aproveitei pra sair e correr um pouco…

O dia imita a vida por que no final das contas é assim que nós vivemos… horas em abaixa, fechados e ranzinzas, horas felizes, alegres e saltitantes… mas sempre sem perder a esperança do sol voltar a brilhar!

Estou com saudades de escrever aqui, mas sem muita inspiração ultimamente. Sugestões são sempre bem vindas 🙂

Beijos, F.

A confiança em tempos de crise…

Ontem tive a oportunidade de assistir uma palestra do professor Cleuton Rodrigues Carrijo… quem puder, dá uma olhadinha na experiência e currículo dele, qe vale a pena.
Fiquei impressionada, simplesmente adorei.
De uma forma muito simples ele aponta o quando a nossa forma de se relacionar (e pensar) tem impactado as crises de inovação nas empresas e na sociedade como um todo… e isso ele faz monstrando pesquisas, gente! Sim.. não é por “achometro”!
Vivemos em um crise no Brasil que retrata não só o cenário economico, mas perda de confiança nos demais, a falta de reciprocidade nas relação… e por aí vai. De fato… como fazer com que nosso país vá para a frente, nossas empresas funcionem, nossas instituições sirvam ao bem maior se não acreditamos que a outra pessoa…. bem aquela que está do nosso lado… vai fazer o seu melhor? Se não acreditamos que ela é capaz de pensar no coletivo, ou invés de si mesmas?
Procuro sempre pensar que as coisas, situações e pessoas podem ser melhores, e tento trabalhar para isso, mas ficam aí alguns dados para pensarmos:
  • Uma pesquisa de Clemente Nóbrega, há alguns anos já apontava que não sabemos usar a “tecnologia social”. “Alta dose de confiança nas relações pessoais. Líderes pragmáticos. Meritocracia. Transparência. Inovação. A falta deles explica por que estamos comento poeira nos principais rankings internaciaonais” com relação a inovação… Dá uma olhadinha na matéria da Exame. Isso já foi em 2009…
  • Como o professor afirma, para colocar as pessoas em prol de um objetivo comum (e não estou falando de empresas não, mas do todo – e essa frase entre parenteses é minha…) precisamos confiar na oura pessoa… e cadê a confiança? O “jeitinho brasileiro” não só dos outros, mas de nós mesmo, nos deixa sempre inseguros do que vai vir da outra pessoa… #ficaadica
  • E pra concluir tem uma pesquisa – “The Global Inovation Index“, agora de 2015, que aponta o seguinte: de todos os países pesquisados o Brasil figura fica em 70o lugar entre os países mais inovadores. E se você acha que inovação é só aqui que é criado e que nunca foi feito por ninguém, está muito enganado. A inovação acontece todos os dias quando olhamos pra algo e pensamos “isso não está legal, dá pra fazer melhor…”… E tu vai lá e faz melhor, com mais excelência.
A a pergunta que não quer calar… a confiança está por traz disso tudo… Eu posso confiar em ti? Tu pode confiar em mim? Quando vamos começar a mudar esse cenário?
Eu já estou tentando!
Beijos, F.

Voltando a escrever no diário… de uma quase louca!

Minha última postagem foi há praticamente um mês atrás. Esse “um” mês me pareceu quase um ano, ou um século, ou uma infinidade de tempo. Tudo na minha cabeça passa com tanta velocidade que eu chego a ficar cansada!

Tenho feito terapia, e acredito que esse tempo longe da internet tenha me ajudado a repensar várias coisas. Eu tenho buscado deixar minha vida num ritmo mais tranquilo, equilibrando tudo aquilo que deve fazer parte da vida… Quem conhece aquela dinâmica de desenhar a “roda da vida” deve imaginar o que estou falando.

Sempre fui uma pessoa muito focada em realizar coisas: trabalhar e entregar resultados, resolver os problemas de amigos e família que me cercam, e por aí vai… Ter tempo pra mim nunca foi uma realidade muito palpável…

…E agora está sendo. Estou tirando folga, ficando mais com a minha família, estou dedicando mais tempo aos amigos, tenho lido mais pro meu desenvolvimento e divertimento, comecei a fazer inglês como forma de contatos sociais (e desenvolver a habilidade na língua, é claro)…

Pra quem tem passado ou vai passar por momentos assim (de autoconhecimento, descoberta…) minha dica é “take it easy” e “assuma uma coisa de cada vez”…

Nesse processo, quando comecei a ver meu tempo sendo esvaziado de coisas “concretas” eu quase pirei… “meu Deus, que vou fazer se não tiver o que fazer?”… Parece papo de louco, mas talvez eu só esteja externalizando aquilo que muitos sentem…

Te digo que tudo isso passa, e a gente vai começando a achar outras coisas legais pra fazer… Que nem sempre tem um objetivo claro e direcionado. Um exemplo é vir escrever esse blog! Ninguém me paga para fazer isso, ninguém me obrigada a fazer. Eu faço porque gosto, me traz satisfação e pode servir para outras pessoas.

A ansiedade não mata ninguém… Fazer de conta que ela não existe é que pode matar. Exponha o que sentes, que verás que muitos compartilham das tuas ideias e angústias… E todo mundo já sabe: juntos somos mais fortes (frase piegas, mas verdadeira).

Durante a semana procurarei trazer mais reflexões J Vou escrever sobre as coisas que venho fazendo e estão me trazendo coisas boas!

Beijos,

Fê.