Tomorrowland: Um Lugar Onde Nada é Impossível

Caraca, tô em um curso de desenvolvimento pessoal… e tem muita coisa na cabeça pra por em ordem, porque passei um dia inteiro refletindo sobre muitas coisas… muitas mesmo! No entanto, eu não poderia ir dormir sem falar de uma das partes do que vivi que todo mundo pode assistir hoje mesmo.

Assistimos um filme chamado Tomorrowland, lançado o ano passado (2015) que é do c****! Quem ainda não viu, vai lá ver a resenha! A nota não é muito alta, mas se você assistir disposto a pensar no que está fazendo no mundo, vale muito a pena!

É um filme que te provoca a pensar no paralelo entre o presente e futuro… Nas tuas crenças pessoais e na forma de enxergar o que tu pode fazer no mundo. Não posso falar muito, por que vou acabar contando o filme… mas vim deixar a recomendação para o final de semana 🙂

Já pensou em fazer a diferença no mundo? Em tornar as coisas simples, e assim resolver problemas complexos? Vai lá, assiste o filme, e depois me conta!

Beijos,

F.

 

Atualizações de dias que parecem meses!

Gente, quanta coisa pode acontecer em dias! Voltar de férias, dar uma parada na corrida (de correr mesmo), viajar de novo, conhecer gente nova, desistir do boy magia, começar aulas de inglês de novo! O ser humano é fantástico mesmo, porque só nós conseguimos nos adaptar a tantas variações em pouco tempo, e no meu caso, thank’s God, com certa facilidade.

De todos os posts que fiz até agora, as breves atualizações são em em relação à:

  • Trabalho: gente… tem que ter amor no que se faz, se não a gente não aguenta. Não tá feliz? Muda! Voltei a trabalhar com uma sede de fazer tudo que é incrível. Tudo bem que eu tenho uma tendenciazinha work-a-holic… mas não sei o que veio primeiro… o amor e depois a tendência ou a tendência de depois o amor…
  • Corridas: parei dois dias de correr, por causa de horários e tal… já tenho prazo e data pra voltar, mas acreditem:  2 dias já fez diferença no peso, no humor e na minha disposição. Que vício maravilhoso e encantador s2!
  • Boy magia: no final das contas não né magina não… é pesadelo… e o amor tem seus momentos de pesadelo… mas veja bem… momentos. Minha vida não vai se tornar um filme constante de terror. Estou leve, decidida e confiante no amor possível de ser vivido com tranquilidade e espontaneidade!
  • Estou indo viajar de novo (há umas três semana estava em Fortaleza e depois Floripa). Dessa vez pra São Paulo para uma ação de desenvolvimento pessoal. Depois eu conto mais disso… O que não posso deixar de contar é que toda vez que vou viajar me bate o “cagaço” de andar de avião! Hhauahua.. se não pudesse andar iria chorar de vontade… como eu posso andar eu choro de medo! Vai entender, né?

Não tenho assistido tantos filmes ou seriados… mas vi Brooklyn essa semana. Gente, que filme lindo! Óbvio que não é a toa que foi indicado ao Oscar.

É um filme que ao mesmo tempo que é leve, trás um drama forte por parte dos personagens. Quem já teve que sair pra morar fora de casa (incluindo a cidade) talvez até se sensibilize mais com o filme. Eu achei encantador! Fica aí como recomendação pra quem ainda não assistiu!

Acho que por hora é isso! Partiu São Paulo! Mando novidades em breve!

Beijos, F.

Simples… falar de amor!

Em outro momento eu escrevi sobre o amor… falando de uma pessoa que conhecia há muito tempo. Mas definitivamente não conheço. Estar com alguém com bipolaridade é estar com alguém que ao mesmo tempo que é um encanto de pessoa e um poço de animação, é também um labirinto sem saída.

Hoje pude conhecer um pouco mais o labirinto sem saída… onde nada faz sentido, tudo parece desafiar a lógica da vida cotidiana, e qualquer palavra se torna uma faca… que corta a alma.

Isso me fez pensar no que um amigo meu me disse há uns dias… “Sabe, eu achava o fulano (atual namorado) uma pessoa normalzinha demais, mas vi que a vida é boa sendo normalzinha demais”. Ouvindo a primeira vez eu pensei… “ele deve estar louco”… e agora eu penso… “o normal é bem do bom!”.

Eu tive (no meio tempo em que fiquei longe do bi) um namoro normalzinho, tão normalzinho que me irritava, porque tudo era bom, andava bem, a gente se entendia. Quando um estava emburrado o outro dava espaço, quando o outro estava alegre demais o outro comemorava, quando um queria chorar o outro só abraçava… e quando os dois estavam insuportáveis era possível falar isso um para o outro.

Eu joguei isso fora, porque era normalzinho demais… Se conselho fosse bom, a gente venderia… e não daria… mas pensa bem se você estiver prestes a jogar o normalzinho fora. Pega um caderno e começa a anotar o que é normal, e o que tu queria de loucura na tua vida. Tenta propor pro normalzinho que vocês façam o diferente as vezes… mas pelo menos tenta. Dá uma chance pra essas oportunidades.

Tenta aprender com o meu erro… se isso valer de alguma coisa.

E antes de tudo tá… te ama antes de amar o bi ou o normalzinho. Isso vai fazer toda a diferença 😉

Beijo,

F.