Beleza Adormecida, A última casa da rua, Albert Nobbs, Tese sobre um homicídio | Filmes, filmes e mais filmes!

Como uma pessoa voraz por filmes que sou, procuro as vezes assistir aquilo que nem parece um filme tão bom, mas que me chama a atenção de algum modo. De ontem pra hoje assisti “Beleza Adormecida”, filme de 2011, que tem a seguinte descrição:

Lucy é uma jovem que vive precisando de dinheiro. Através de um anúncio de jornal, ela é encontrada para prestar um trabalho chamado beleza adormecida.

A capa do filme é a que está abaixo, e a nota no IMDd é 5,3.

Filme_Beleza_Adormecida

Fui então ler algumas criticas, porque depois de assistir todo ele eu fiquei pensando: “WTF?!”. O filme acabou e eu fiquei tentando pensar o que pensar dele! É um filme sobre fetiches, medo de exposição de quem tem certos fetiches… mas o filme me deu uma sensação de ser raso, frio demais, e … não sei. Faltou algo! Parece não ter uma lógica, que ok, eu entendo que muitos filmes não tenham e por isso são bons, mas… faltou algo!

Li que o filme foi inspirado em um livro, e como sempre (ou quase sempre acontece), o filme nunca sai como a nossa imaginação… Talvez eu tente ler o livro pra ver o que “se passa”…

Mas ok, pra não acharem que eu sou sempre só chata e “reclamona”, vou colocar outros filmes que assisti nos últimos tempos, e que esses, eu achei que valeu a pena!

  1. A última casa da rua: bobinho talvez, obvio demais talvez… mas adoro os atores. E no final das contas até me surpreendeu no final.
  2. Albert Nobbs: eu simplesmente amei esse filme! É de uma delicadeza incrível, retrata um momento histórico em que mulheres não tinham voz, muito menos vez em um mundo machista. Coragem é uma palavra que bem poderia descrever a personagem principal desse filme!
  3. Tese sobre um homicídio: não sei se gostei mais do ator ou do filme, afinal eu amo as interpretações do Ricardo Darín (em geral)! É um filme envolvente, que chega a te confundir entre o que é real e o que é imaginação.

Bom, de filmes por hoje é isso!

Bom dia pra quem me lê agora, boa tarde ou boa noite… Aliás, boa vida pra todos nós 🙂

Beijos,

F.

 

E chegaram os 5km!

Gente, ontem foi um dia “mara” pra mim! Ganhei presentinhos adiantados de aniversário da mãe, e sai pra treinar. Consegui correr 5km em aproximadamente 41 minutos!

Foi muito orgulho! Pra quem há 3 meses corria no máximooooo, estourandoooo, no limite…. 10 minutos, eu fiquei muito feliz!

Tudo bem… fiquei morta com farofa depois (ainda estou hoje um pouco), mas a conquista já está ali… agora é #foco #força e #pernapraquetequero

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Ah, e pra quem não conhece o tênis (eu não conhecia) ele é de uma marca menos conhecida no Brasil (Under Armour) mas eu achei excelente! Super confortável, leve, deixa o pé respirar bem, e não tem costuras 🙂

Razões pra assistir “Love”, seriado novo do Netflix

Em um final de semana assisti todo a primeira temporada de “Love“, o novo seriado do Netflix. Sim, pra quem não me conhece ainda, sou “apaixonadérrima” por seriado, e fico de luto quando eles acabam, e fico histérica esperando as próximas temporadas.

Só que seriado e filme pra mim tem um negócio meio assim: tenho que ir com a cara da capa dele (primeiro), e preciso não dormir nos primeiros 5 minutos (segundo)… e aí rola a química. E aí está a capa dele:

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No site do IMDd ele tem nota 8,1… mas eu nem ligo muito pra isso não…

Fato é que eu acredito que a gente tem que de alguma forma se identificar com aquilo que assiste… seja pela comparação, pela raiva, por querer conhecer algo novo, por querer quebrar tabus… e eu amei a Mickey (Gillian Jacobs)e o Gus (Paul Rust).

Ela retrata pra mim toda a impulsividade, a espontaneidade e o jeito meio louco de ser que eu acho (só pra não dizer que acredito) que eu tenho. Num dos episódios ela vai numa reunião das mulheres que amam demais (calma… não vou contar o final e nem nada disso…), e aí estou eu! Foda? Acho que não, porque pelo menos reconheci algo que ainda não tinha pensado e mexeu comigo.

Já o Gus é o meu lado “oi, não sei o que fazer e dizer”. Ver umas atitudes deles é de “chorar dos nervos”… só por se reconhecer…

Não achei o seriado melosinho… embora tenham personagens melosinhos no meio de tudo, e achei bem realista. Já dizia o velho ditado de que a “arte imita a vida” ou vice versa… que dá na mesma coisa quase!

Bom, espero que gostem da recomendação, e se quiserem, deixar um comentário eu prometo responder 🙂

Beijos,

F.

O que esperar de todos os cinquentas tons possíveis? What to expect from all “fifty shades”?

Sempre adorei histórias de romance. Tenho vários livros. Embarco em todas as histórias e imagino elas na minha vida… de um jeito ou de outro.

Quando saíram as histórias dos Cinquenta Tons de Cinza e por aí vai, eu ouvi várias coisas e pensei… “É moda, não vou ler!”.  Mas bem-vindo ao meu mundo, no qual a gente nega a moda e daqui a pouco está querendo experimentar.

Comecei a ler e pensei “que p*** é essa?”. A escrita é péssima, presumível, e simplista demais. Mas vamos lá, vamos pensar que nem todas as mulheres têm ou teve acesso a esse tipo de literatura, que embora de péssima qualidade escrita, mexe com as “entranhas”. Então é claro: os livros foram um sucesso… e eu li tudo em menos de 1 mês.

O punk é que em cada página, o que me envolveu mais foi… “cara… ela sente o mesmo que eu, fica correndo atrás e só se f***… e nem era só literalmente”. Gostei dos livros (odeie o filme, é óbvio) e fiquei com o sentimento de que a autora conhecia as mulheres como ninguém!

E aí agora vem o “Grey”. Sei lá o que eu esperava, mas definitivamente não era isso que li. Então criei duas hipóteses:

  1. Ou a autora realmente entende de gente, o Grey é uma pessoa normal e sofre que nem a gente (mulheres) sofre;
  2.  Ou ela não entende nada e criou um Grey “mulherzinha”

Até pensei numa terceira hipótese que pode ser verdadeira (ou não também):  e se o mundo fosse menos complicado, a gente pudesse nascer com “vale terapia” e a vida fosse mais sincera? O Grey e a Ana não passariam tanto trabalho… e tudo bem, tudo teria bem menos emoção… Mas e se?

Prática demais? Desiludida demais? Franca demais? Sem amor no coração?

Não sei qual minha classificação, só sei que precisava externalizar minha humilde opinião!

Beijo e boa noite!


I always loved romance’s stories . I have several books. I go away on all the stories and imagine them in my life … one way or another.

When the author made the stories of Fifty Shades of Grey and so on, I heard a lot of things and thought … “It’s fashion, I will not read.” But welcome to my world, in which we deny the fashion and in a moment is willing to experiment.

I started reading and thought “that f *** is that?”. The writing is bad, presumed, and too simplistic. But come on! Neither all the woman have or had access to this kind of literature, which, although of poor quality writing, messes with the “guts”. So of course: the books were a success … and I read it all in less than one month.

The worst is that on each page, which involved me the most was not … “man … she feels the same as me, she are chasing on him, and only f *** … and it was not only literally”. I liked the books (it was the movie that i hate, of course) and I got the feeling that the author knew women like anyone!

And so now comes the “Grey”. I do not know what I expected, but it was definitely not what I read. Then I created two hypotheses:

  1. Or the author really understands people, the Grey is a normal person and suffers how we (women) suffer;
  2. Or she does not understand anything and created a Grey “woman”.

And I thought a third hypothesis that might be true (or not): and if the world were less complicated, we could be born with “therapy valley”, and life was more sincere? Grey and Ana were not spent so much work … and okay, it would have far less emotion … But what if?

Practice? Too disillusioned? France too? Without love in your heart?

I do not know what my rating, only I know is that i had to outsource my humble opinion!

Kiss, and good night!

 

Nem só de loucura é feita a vida… É feita de estudo também!

Liderando Mudança

John P. Kotter

Nas minhas diversas funções, estudar é uma das minhas ocupações. Penso eu então que, se eu ler coisas interessantes, vale a pena compartilhar. Nos últimos tempos tenho lido algumas coisas sobre gestão da mudança (e se eu não contei ainda.. e nem vou fazer você ler tudo pra entender… eu trabalho em uma empresa de moda – talvez eu até poste mais coisas aqui sobre isso!). Mas por que gestão da mudança?

Ora, não te parece óbvio que a única certeza da vida é que tudo vai mudar? Pensa em 10 anos atrás. Tu tinhas smartphone? Tua câmera era de milhares de pixels? Existia o Netflix? Gente… sinceramente eu fico pensando que tédio que era isso tudo! Até a minha mãe, hoje em dia, usa o what’s up.

Por isso comecei a ler um livro indicado que se chama Liderando Mudanças, do John P. Kotter. Quem quer conhecer um pouquinho mais dele, vai lá: http://www.kotterinternational.com/

O que eu vou fazer é mais um “resumão” do que ele trás como os 8 erros mais comuns ao se pensar mudanças em organizações… sim, em empresas. Leia isso, e depois adapte pra tua vida. Vou te ensinar a pescar, tá bom? O peixe tu consegues sozinho 🙂

Liderando Mudanças

  1. Pessoas que lideram a mudança conseguem visualizar bem o que vai mudar e o como, mas esquecem que precisam lidar com a famosa “zona de conforto” de quem vai ter que mudar. Elas correm pra fazer tudo acontecer, mas esquecem que existe um tempo de “acomodação” e entendimento das ideias que estão por vir. Cuidar da resistência das pessoas é um primeiro passo pro sucesso de um projeto, mudança, novidade…
  2. Embora a estrutura das organizações têm mudado bastante nos últimos tempos, não adianta achar que só o estagiário querendo mudar, tudo irá dar certo. Grandes mudanças exigem o apoio de pessoas que possam dar suporte para o que vai vir. É importante sim a participação de alta direção, pessoas influentes e confiáveis no processo. Isso gera confiança e credibilidade!
  3. Visão: você iria pra um lugar no qual não conhece, não sabe o que vai encontrar e muito menos o que vai fazer? É imprescindível que as pessoas tenham clareza dos objetivos e do que vai mudar… e isso de forma clara, curta e objetiva!
  4. Além de subestimar o poder da “visão”, muitos também subestimam a forma de comunicá-la. Muitas vezes os profissionais precisam fazer sacrifícios a curto, médio e até longo prazo… sem entender o porquê! Ou, até no começo de mudanças significativas há comunicados e reuniões formais para contar o que está acontecendo… mas depois de uns meses tudo cai no esquecimento diante do zilhão de coisas que as pessoas tem pra fazer!
  5. Obstáculos a mudança vão existir… não finja que não! Se fingir… vai ser pior.
  6. Crie vitórias de curto prazo. Quer um exemplo? Comecei a correr há uns 2 meses… e ontem fiz meus primeiros 4km… Foi incrível! É tudo o que eu quero? Claro que não, mas não posso deixar de comemorar essa pequena vitória. Faça isso nos seus times, e verás a diferença na motivação e garra pra continuar na mudança.
  7. Mudanças levam tempo para serem assimiladas, então não cante vitória antes do tempo. Monitore como as pessoas estão, como as operações estão ocorrendo.
  8. Não negligencie o tempo que as pessoas precisam para mudar. E nem deixei que elas pensem aleatoriamente sobre a mudança, porque elas podem fazer conexões erradas. Continue comunicando!

Esse texto foi grande né? Mas achei que poderia ser útil (e espero que seja), e como eu sempre digo, escrever me ajuda a colocar as ideias em ordem 🙂

Beijo, boa tarde pra todos, e bons trabalhos!

 

Ah o amor…

Estava eu aqui pensando se compartilho ou não a fossa… mas penso que talvez seja bom falar sobre o que incomoda, principalmente em relação ao amor. Mais cedo ou mais tarde todo mundo cai no vale do “amor”, que não é de todo ruim, mas que as vezes… e pra ser bem positiva, só as vezes dói. Não sei como é pra um monte de gente, mas pra mim dói “a little bit“…

Conhecer uma pessoa há 8 anos e parecer que não a conhece é triste. Ainda mais quando nesse tempo todo não se está com ela. Talvez esteja-se virtualmente, em pensamento, em querer o bem… mas não de verdade.

Como interpretar o rosto, os gestos, as palavras? Como saber o que falar? Pra mim, ser espontânea nunca foi um problema, mas nesse caso é, e nem eu sei como ser diante dela. As palavras no whats tem outro peso. Os emotions parecem querer dizer algo subliminar…

Ok… deixa ela pra lá então…

Mas e quando se esperou tanto? E quando se criou tantas expectativas? E quanto tu diz o que tu quer da vida e ela só responde “eu quero o mesmo que você”? Como tirar todas as borboletas do estômago?

A amor, acho que mais do que qualquer outro sentimento, é daqueles que faz a gente ficar em uma montanha-russa. Pra mim é: hora amo, hora odeio, hora quero que f***. As vezes quero estar junto que nem chiclete, em outras quero distância tanto quanto possível pra ordenar os pensamentos.

Depois que se passaram 8 anos, eu pensei “não quero mais isso de novo… não de novo”. E agora, puf, já era, porque estou enrolada emocionalmente até o pescoço.

Dizem que dormir é o melhor remédio… vou tentar esse por hoje!

Pra finalizar, uma música que amooo, que acho que retrata tudo (Oitavo Andar, Clarice Falcão):

Quando eu te vi fechar a porta
Eu pensei em me atirar pela janela do 8º andar
Onde a Dona Maria mora
Porque ela me adora e eu sempre posso entrar
Era bem o tempo de você chegar no T
Olhar no espelho o seu cabelo, falar com o seu Zé
E me ver caindo em cima de você
Como uma bigorna cai em cima de um cartoon qualquer

E ai, só nos dois no chão frio
De conchinha bem no meio fio
No asfalto riscados de giz
Imagina que cena feliz

Quando os paramédicos chegassem
E os bombeiros retirassem nossos corpos do Leblon
A gente ia para o necrotério
Ficar brincando de sério deitadinhos no bem-bom

Cada um feito um picolé
Com a mesma etiqueta no pé
Na autópsia daria pra ver
Como eu só morri por você

Quando eu te vi fechar a porta
Eu pensei em me atirar pela janela do 8° andar
Invés disso eu dei meia volta
E comi uma torta inteira de amora no jantar

Corredora, ou quase…

Há uns 3 meses decidi que deixaria de ser sedentária. Tenho dificuldade pra dormir, meu humor oscila muito e é claro… estou uns quilinhos acima do peso. Mas aí bum… fui parar num projeto que nem conseguir sair de dia da empresa eu conseguia. Foi ruim? Não foi… muito pelo contrário!

Aprendi horrores, vi que trabalhar “demais” nunca é o “demais” que a gente pensa e emagreci uns 4 quilos! Bem ou mal (e nunca sei se é com “u” ou “l”, e não tenho vergonha de dizer) valeu muito a pena. Deu um gás pra começar a levar a sério.

Hoje eu estou bem satisfeita. O peso está ficando legal dentro de um parâmetro saudável, e eu consegui correr 4km em 30 minutos! Sim, foi uma baita conquista visto que eu não corria nem 2 minutos há uns 3 ou 4 meses.

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Não, essa ainda não sou eu!

Comecei a ler a Runner’s World também, o que está me ajudando e motivando. Estou usando o aplicativo Runtastic, que dá uma p*** ajuda. Quando eu acho que “não vai dar mais”, eu penso… “só mais um minutinho que dá”… e tem dado certo.

Se você tem vontade de começar, coloca a cara na rua! Vale a pena…  Aí vão algumas das coisas legais que já li:

  • Correr 1,5km por dia já ajuda a criar pique e disciplina;
  • Quando não der de correr, faça pequenos exercícios em casa mesmo;
  • Tente (e isso não funciona pra mim, mas não custa deixar a dica) correr pela manhã, pra não ter aquela preguiça durante o dia;
  • E ache amigos pra compartilhar contigo esse momento. Vai ser mais legal!

Não vai deixar pra amanhã, o que pode começar hoje… já dizia o velho ditado.

Ah, e não esquece de procurar algum acompanhamento. Não vai sair por aí ficando torto, né?

E o sonho dessa noite foi…

… Estranho, pra variar. Então resolvi começar o dia contando sobre ele, pra depois começar o dia de um jeito leve (e suando, porque vou correr) e estudando (por sim, mesmo nas férias é necessário!).

Já estudei sobre os sonhos nas aulas de Psicologia, em que víamos que através do que sonhamos demonstramos algo que está oculto, no inconsciente. Mas esse sonho, não entendi ainda o que quer dizer.

Moro em apartamento, e sempre morrei. Nesse sonho eu estou me mudando, e vou conhecer um apartamento novo, que aparentemente é normal, mas que no quarto principal (o meu é claro!) tem uma escada gigantesca, que atravessa todos os outros andares e dá para um mirante! É mágico, mas dá uma agonia ao mesmo tempo.

Já tentei algumas interpretações, mas ainda não achei uma que pareça ser adequada. Quem sabe alguém tem uma sugestão?

 

Meu bom e velho amigo… livro!

Eu sei, hoje em dia tem-se perdido o hábito de ler, e não são poucos os artigos que falam sobre a importância dessa atividade (vide Como ensinar a seu filho que ler é um prazerA importância da leitura, e ainda Hábito da leitura pode ajudar a trabalhar a concentração).

Mas eu tive sorte… cresci com a minha mãe, todos os domingos, levando eu e meu irmão pra escolher os gibis da Turma da Mônica da semana, que é claro, a gente lia tudo no mesmo dia! Depois disso, comecei a ler a boa e velha Capricho (aquela mesmo, revista de adolescente), e terminei lendo a Veja e livros de romance, que eram pro vestibular – e o que mais me marcou foi um que se passa em Floripa, lugar onde fui morar!

Isso tudo não poderia resultar em outra outra coisa, se não amor! Quando um livro acaba é como deixar pra trás parte daqueles personagens que até então viviam comigo. É passar pelo luto de pessoas que existiram na minha imaginação. É como não ter mais a cumplicidade daqueles que imaginei, vi, sofri por, torci por…

O último que vai me deixar saudades é um que terminei agorinha mesmo. O Príncipe da Névoa, do Carlos Ruiz Záfon, acabou pra mim. Vai pra minha estante da lembrança, e dos livros lidos. Livro curto, intenso, um dos primeiros da carreira do autor, mas que tem o poder de prender a atenção, e atiçar a imaginação! E olha que ele classifica o livro como “para adolescentes”…

Pra quem não conhece o Carlos Ruiz Záfon, vale olhar dar uma olhadinha na biografia e obra do cara. Pra mim, os livros deles são alguns dos melhores que já li… e olha que já foram alguns: O Príncipe da Névoa, As luzes de Setembro, A Sombra do Vento, O Jogo do Anjo, O Prisioneiro do Céu e Marina.

Espero que gostem das recomendações, e espero também encontrar mais gente que sofre o luto pelos livros que terminam e encerram em suas páginas um pouco de nós 🙂

 

Meus últimos e amados filmes!

Tem um tempo que estou pra escrever sobre alguns filmes que assisti, sobre o que eu achei e recomendações. Talvez a hora seja agora…

Alguns já estão no Netflix (http://www.netflix.com.br)! E as resenhas no IMDb (http://www.imdb.com/).

The age of Adaline (2015)

Filme belíssimo que retrata o desejo interno que temos (acho que a maior parte das pessoas, pelo menos), mas ao mesmo tempo mostra a tristeza de não envelhecer, de ver o tempo e as pessoas passarem. Acho que vale a pena… e pra mim foi uma choradeira só…

Coco Antes de Chanel (2009)

Pra quem gosta de moda, nada melhor que assistir esse filme pra conhecer a vida de uma das mulheres mais importantes dessa área, de personalidade “forte” e destemida e que através da sua história, marcar o mundo até hoje. Confesso que não conhecia a biografia, e depois do filme só fiquei com mais vontade de conhecer a história.

Além do mais o filme é com a Audrey Tautou, que eu amo de paixão!

Whiplash: Em Busca da Perfeição (2014)

“There are no two words in the English language more harmsful than good job”.

Essa frase pra mim resume o filme, que te leva desde a raiva até o desejo de superação e do fazer perfeito. É uma lição de disciplina e dedicação! E é claro, traz também questões que não deveriam existir como bullyng, assédio… e por aí vai!